Artigo de justificativa sobre o uso do pamidronato no tratamento de suporte do Mieloma Múltiplo

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
HOSPITAL UNIVERSITÁRIO
COMISSÃO DE FARMÁCIA E TERAPÊUTICA

As principais manifestações clínicas do mieloma múltiplo estão relacionadas à destruição óssea. Esta doença pode levar a fraturas patológicas, compressão medular, hipercalcemia e dor, sendo uma das principais causas de morbidade e mortalidade.

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Entendendo a Gamopatia Monoclonal e o início do Mieloma Múltiplo

proteína monoclonal

Esta semana há vários itens interessantes nas notícias que nos ajudam a entender como e por que ocorre gamopatia monoclonal de significado indeterminado (MGUS), e quando ele pode ou não pode se transformar em mieloma ativo.

Matthew Drake e a equipe de pesquisa da Clínica Mayo – trabalho de ossos junto com um grupo da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, para ilustrar que os ossos em pacientes GMSI não são normais. Pacientes GMSI (gamopatia monoclonal de significado indeterminado) enfraqueceram ossos versus idade e controles do sexo correspondido. Há aumento da porosidade (“mais buracos”), em osso de superfície e resistência óssea reduzida. Isto é importante e, ao mesmo tempo bastante intrigante. É importante, pois agora precisamos estar olhando mais de perto este para avaliar se os tratamentos de ossos, como usamos em mieloma ativo, devem ser considerados também para pacientes GMSI. Mas a parte intrigante é que associamos problemas ósseos com o “B” em “CARANGUEJO”, apresenta característica de mieloma ativo.

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ASH 2013: Novidades no tratamento do Mieloma Múltiplo

A reunião ASH é uma das grandes conferências médicas, onde são apresentados os resultados das investigações relacionadas ao mieloma múltiplo. Durante o 5th ASH® Annual Meeting and Exposition, que acontecerá em New Orleans, nos Estados Unidos, entre os dias 7 e 10 de dezembro serão apresentadas plenárias, pôster e simpósios que discutem temas como:

- Novos tratamentos em desenvolvimento; os resultados dos ensaios clínicos para novos tratamentos e pesquisa pré-clínica sobre novos tratamentos;

-Terapias que já estão disponiveis para tratamento, incluindo Revlimid (lenalidomida) , Velcade (bortezomibe) , Kyprolis (carfilzomib) , Pomalyst (pomalidomide) , talidomida,ciclofosfamida (ciclofosfamida), melfalano (Alkeran) , prednisona , doxorrubicina ,Treanda (bendamustina) , claritromicina (Biaxin) , e Doxil (doxorrubicina lipossomal);

-Classes terapeuticas incluindo agentes imunomoduladores , inibidores do proteassoma , inibidores HDAC , e anticorpos monoclonais;

-Transplantes, incluindo TMO autólogo (próprio) , TMO alogênico (doador) e mobilização de células-tronco

-Terapia de manutenção, terapia de consolidação , bisfosfonatos e câncer secundário;

-GMSI (gamopatia monoclonal de significado indeterminado) , leucemia de células plasmáticas , amiloidose e doença extramedular

-Anormalidades cromossômicas , doença residual , biomarcadores de tratamento , doença óssea e insuficiência renal.

 

Células mágicas da saúde

Uma célula estaminal

Uma célula estaminal

Médicos russos aprenderam a por de pé pacientes com câncer sem nenhuma esperança. Em Yugra – uma pequena cidade na Sibéria Ocidental – médicos locais eliminam o câncer de sangue com ajuda de células estaminais. Destas células verdadeiramente mágicas podem ser cultivadas quaisquer outras células. Por exemplo, células do fígado, osso ou sangue.

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Lição de vida e solidariedade

adriana e mãe

A oncopsicóloga Adriana Dias é outra web-engajada. Ela investe esforços na rede mundial de computadores para amplificar a sua voz em favor de um tratamento digno para os pacientes do mieloma múltiplo, um tipo de câncer hematológico incurável, que provoca danos ósseos e diminuição da imunidade, entre outros sintomas. Além do contato profissional com pacientes de câncer, sua motivação principal é pessoal: em 1991, ela perdeu o avô para a doença, apenas 25 dias depois de ter recebido o diagnóstico correto. “O estágio avançado da doença não nos permitiu fazer nada. Em 2008, foi a minha mãe quem apresentou os sintomas. Se não fosse o nosso esforço em pesquisar indícios da doença, teria acontecido a mesma coisa. O desconhecimento do mieloma ainda é a principal dificuldade para o tratamento”, diz. Prova disso é a não inclusão da doença nas pesquisas de incidência realizadas pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca).

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Droga da Novartis para câncer de medula atinge objetivo

novartis

Uma droga experimental da Novartis para tratar um tipo de câncer de medula óssea atingiu seu objetivo primário em um estudo clínico de fase avançada, disse a farmacêutica suíça nesta sexta-feira (6/12/13)

Um teste de Fase III observou que a droga LBH589, quando combinada a bortezomibe e dexametasona, estendeu significativamente a sobrevida livre de progressão em pacientes com Mieloma Múltiplo reincidente ou reincidente e refratário, quando comparada a um tratamento com apenas bortezomibe e dexametasona.

O mieloma múltiplo é um câncer que começa nos plasmócitos da medula e interrompe a produção de células sanguíneas normais. A doença afeta cerca de 1 a 5 pessoas em cada 100 mil no mundo, anualmente, e atinge tipicamente indivíduos com mais de 50 anos.

A Novartis disse que o medicamento tem o potencial de se tornar um dos primeiros em uma nova classe de tratamento para a doença, que é incurável.

“Dado seu mecanismo de ação, o LBH589 tem o potencial de ser uma importante opção de tratamento para o mieloma múltiplo”, disse o vice-presidente mundial de oncologia da Novartis, Alessandro Riva.

Fonte: Agência Reuters

Anvisa aprova a forma de administração subcutânea de Velcade® (Bortezomibe)

Acaba de ser aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a forma de administração subcutânea de Velcade® (Bortezomibe).

Com essa nova via, os pacientes diagnosticados com mieloma múltiplo poderão ter uma redução de até 62% da neuropatia periférica (grau igual ou maior que 3), o que certamente impactará positivamente na qualidade de vida.

Fonte: Fundação Internacional do Mieloma – IMF Brasil

Audiência Pública é realizada para a discussão da situação dos portadores de Mieloma Múltiplo e medicamento Lenalidomida

Audiência pública realizada para discutir a situação dos portadores de mieloma múltiplo que precisam da Lenalidomida – medicamento aprovado em mais de 80 países e que a ANVISA se recusa a aprovar no Brasil alegando falta de eficácia.

Assista:

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